As birras chegaram??? Calma, O psicologo vai falar sobre elas!

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“Em um momento você está passeando tranquilamente com o seu filho, mas se ele ver e pedir algo e você negar, em minutos aquela criança calma e tranquila grita, chora, berra e joga-se no chão. E além de envergonhada e perdida com a rápida mudança de comportamento, você fica atordoada sem saber como agir, podendo sair do controle gritando com a criança, arrastando-a pelo braço ou tentando inutilmente conversar com ela, na tentativa de que ela pare. A reação da criança é de certa forma “normal”, já que ela está na fase da descoberta, sendo movida pelo desejo e curiosidade, sentindo assim angustia e desgosto quando não consegue o que quer, e não conseguindo verbalizar o que sente, usa com toda a força o que tem; o grito, o choro e o corpo!

Na birra, ela não entenderá as suas explicações, por não possuir ainda a capacidade de esperar para que o seu desejo seja realizado. O adulto pode esperar uma semana, um mês ou mais, para ter o seu desejo atendido, já a criança não possui noção de tempo e deseja tudo imediatamente, e o “amanhã” ou o “depois” é algo que não sabe medir.

A birra é algo difícil de suportar, principalmente quando acontece em publico, mas agitar-se, gritar ou ceder também não ajudará em nada. Existem crianças que são mais calmas e raramente fazem birra, já outras… E isto depende daquilo que é inato à personalidade da criança e a educação que ela recebe, e faz parte da crescente independência que a criança naturalmente desenvolve, cabe a você ensinar formas adequadas de expressão da vontade que não sejam tão agressivas.

Tendo menos de 3 anos, a criança rapidamente esquecerá tudo o que você falou antes de sair de casa, e no choro não escutará você, por estar muito ocupada consigo mesma. Manter a calma é fundamental, se você não tem autocontrole, como pode desejar que criança tenha? Controlar a raiva é a primeira atitude que você deve ter, deixando para conversar depois que a criança se acalmar, caso contrário será um trabalho inútil.

Ser rígido ou permissivo demais é um descontrole seu, refletido no comportamento infantil, e lembre-se que a criança repete o que os adultos fazem em especial o pai e a mãe.

Algumas mamães sentem-se colocadas à prova, no momento da birra, e além de sentir “culpa” por não controlar a situação, sente-se cobradas pelo esposo – Ele é tão responsável pela educação quanto você – e pelos outros.

É dever do adulto compreender que é uma criança que chora, e caso não entenda isto definitivamente o problema não é seu.

Na Birra, não perder o controle, ser firme e manter a calma para transmiti-la ao seu filho é fundamental, já que se você se agitar, além de assustá-lo a situação pode piorar! As regras sociais e comportamentais são aprendidas nesta fase, e caso não aprenda o seu filho pode ter dificuldades na escola e nas suas relações interpessoais presentes e futuras, portanto ser firme na postura e na voz ajudará bastante. Caso ceda ao seu pedido, irá reforçar o seu comportamento já que ele descobriu uma maneira de conseguir o que quer de você.

Eu sei que é difícil dizer não ou manter a paciência quando o filho chora, mas a criança precisa entender que nem sempre terá o que deseja ou quando deseja, isto faz parte do crescimento equilibrado, saber que há limites e que não se pode ter tudo o que quer.

A criança repete o que fazem os pais, tanto na tranquilidade, quanto na raiva, afinal alguns pais também fazem birra, brigam e são mal educados na frente do filho, será que ela não esta refletindo um comportamento adulto?

Outra coisa importante, não discuta na frente do filho, porque ele perceberá quem tem mais “poder” e tenha certeza que usará isto a seu favor. Certa vez Eu estava no shopping e vi uma criança berrando, não resisti e me aproximei para observar o que a sua mãe faria… A mãe tentou levanta-la pra conversar olho a olho, mas ela esperneou e jogou-se no chão, a mãe levantou-se e falou: “quando se acalmar, conversamos.” E saiu andando! O menino não teve outra coisa a fazer a não ser parar de chorar e correr atrás da mãe, que por sua vez o tratou normalmente como se nada tivesse acontecido. Quase parei para parabeniza-la pelo controle e segurança!

Finalizo lembrando que ser flexível também é necessário, não distribua “não” à toa, use-o quando realmente for importante, e no futuro você colherá seus frutos e seu bebe também!” Explica o Psicologo Thulio Kassio.

Éééé amigas, não é fácil, ninguém falou que seria, maaas a gente chega lá! Ahhh se chega!

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Masturbação na infancia – Você sabe que acontece???

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A masturbação faz parte da vida das pessoas desde a infância, mas é tabu em qualquer fase.

Desde a Idade Média, incutia-se na cabeça de crianças e jovens “males” causados pela prática, como loucura, isolamento, espinhas no rosto e até pêlos nas mãos. Tudo bobagem! Por volta dos 3 anos, a criança passa por mudanças significativas: deixa de usar fraldas, torna-se mais independente dos pais e descobre seu corpo. Nessa “exploração”, ela se toca e acaba descobrindo o prazer que isso causa. Essa fase faz parte do desenvolvimento, assim como engatinhar, andar e falar. Nem por isso deve-se considerar tudo natural e permitido. É possível que a masturbação seja um problema quando é freqüente. Pode ser sintoma de que a criança não consegue encontrar prazer nas brincadeiras e no relacionamento com colegas e adultos.

Como agir:

Em primeiro lugar, explique que há coisas que não devem ser feitas na frente das pessoas, como cocô e xixi ou brincar com os órgãos sexuais. Mostre a diferença entre público e privado e não entre certo e errado.Recriminar pode ser desastroso, pois é possível que o garoto ou a garota acabe por misturar sentimento de prazer e satisfação com complexo de culpa.

Segundo, desvie a atenção dessas crianças para os prazeres da escola, como pintar, tocar um instrumento, brincar, correr, dançar e jogar. Valorize a imagem e melhore a auto-estima delas, elogiando suas tarefas e dando-lhe atenção.

Dicas:

– Para você identificar se a criança está tendo um comportamento compulsivo, observe se além de masturbar-se ela apresenta outros sinais, como isolamento, dificuldade para participar de atividades em grupo e baixa auto-estima.

– Não chame a atenção da criança na frente da turma nem recrimine a masturbação. Converse com ele em particular, dê atenção e afeto.

(Para o caso de voce ser educador, Se o problema persistir e você sentir necessidade de conversar com os pais, esclareça que a masturbação é um ato comum e normal, mas respeite a crença religiosa da família. Para muitas pessoas, a masturbação é considerada pecado, mas insista que recriminar pode causar danos maiores.

Autor: Silvia Maria de Freitas Adrião Fonte: Portal Revista Escola

APNEIA EMOCIONAL, já ouviu falar???

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No outro dia, Matheus bateu com a cabeça no chão e pela primeira vez ele me assustou! Ele chorou tanto que ficou roxo e nao respirava, quase que eu tenho um infarto! Comecei a sacudi-lo e a pedir para ele voltar a chorar, tal nao era meu desespero! Ele sustentou a respiração de tal forma que ficou com os lábios roxos… Horrível de viver e comentei com a minha pediatra sobre esse episódio, ao que ela me responde: “isso ele faz de propósito! Chama-se Apneia Emocional!”

Oi??? Nunca nem tinha ouvido falar nem em algo semelhante… Dai ela me explicou e a mamãe aqui aprendeu mais qualquer coisa. Ele voltou a fazer isso umas 2/3 vezes, hoje por acaso fez e eu já reagi de uma forma totalmente segura. (Geralmente acontece quando a pancada ou susto é forte) Acalmei-o, esperei ele voltar a respirar e tentei chamar a atenção dele para outra coisa. Pronto… “problema” resolvido sem agonias. Hoje fui pesquisar mais um pouco para vir aqui contar isso para vocês e encontrei o texto perfeito no site da sociedade de pediatria do neurodesenvolvimento. Aqui vai:

“Chama-se a esta situação “espasmos de soluço” ou “espasmos do choro” e é relativamente comum. Trata-se de crianças que sustêm a respiração quando choram, podendo ficar com uma cianose da face e podendo mesmo perder os sentidos. Apesar de estas crises serem assustadoras para quem as presencia, não são habitualmente perigosas e há uma recuperação espontânea. No caso do seu bebé, é também importante certificar-se de que não existe um problema subjacente e também tentar perceber por que razão ele chora, de modo a avitar que ele chore demasiado.”

É sempre bom saber destas coisas né? rsrs

Bjs

Mirela