Acho que estao errando no criador e/ou no fabricante de produtos da Galinha Pintadinha

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Gente, eu preciso contar pra voces como eu estou “triste” com a produção de brinquedos da galinha pintadinha.

O Matheus ganhou alguns brinquedos da galinha no aniversário, e eu claro, fiquei super feliz, porque andava paquerando eles já que o pequeno aqui é doido pela dita cuja, como a grande maioria.

Como ele ganhou muitos brinquedinhos além desses da Galinha, separei e fui dando aos poucos. Quando ele enjoava de uns eu tirava e dava outros novos. Por coincidência deixamos os da galinha para depois, e esse “depois” chegou.

Hoje fui brincar com o cubo de peças de encaixe e fiquei super desiludida. As peças custam a encaixar, o produto tem péssimo acabamento, é frágil e a portinha para tirar as peças de dentro que imita um relógio é dificil e chata de abrir. Daí me bateu a vontade de olhar com outros olhos os outros brinquedos da marca, e gente, vou ser super sincera (minha opinião tá?)  O único  dos que ele ganhou que se aproveita é a Galinha de pelúcia! O acabamento é muito bom, não posso deixar de o dizer. Mas os restantes…. Como é possível que uma marca que tinha tudo para dar certo, só fez coisa mal feita?

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Sabe aquela coleção dos personagens de borracha? O pintinho amarelinho simplesmente não consegue ficar em pé porque fizeram umas patas muito pequenas com relação ao cabeção! A Galinha até escapou, mas o pintinho é um infeliz que não vai saber nunca o que é olhar de frente pra nada sem apoio.

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Dai tem uma Galinha dura que tem rodinhas, canta as musicas e sai rodando sabe? Ficou sem crista na hora em que abri a caixa e o pior é que a crista não é muito grande e quando vi tava totalmente enfiada na boca do Matheus.

Eu dei por mim pensando onde o povo tava com a cabeça em apostar em peças de tão péssima qualidade?

E tem ainda a mesa e cadeira, gente, é um perigo!!! Ela é linda e tal, mas a facilidade com que ela vira é impressionante!  Sinceramente, eu não comprei porque pensei logo nisso, mas vi uma mãe que postou reclamando e um tantão de outras reclamando do mesmo! Será que eles não pensaram nisso quando aprovaram para fabricação? Eu não trabalho com isso e imaginei logo que não ia dar certo! Eu sei que eles tão produzindo de tudo agora, e talvez tenham uns que até sejam bonzinhos, mas a grande maioria, sem duvida poderiam ser BEM melhores!!!

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Ah sei, a galinha é sucesso, então qualquer porcaria (desculpem a indignação) o povo vai lá e compra, porque consumidor final não vai ligar pra isso pois o que ele quer mesmo é a Galinha, será isso???

Pois vou dizer, de mim não ganham nem mais um centavo! A marca poderia ter apostado em criação e produção de qualidade sem precisar ser cara!

Tem tanto brinquedo que não é caro e que é muito bom, porque eles não são? Isso me passou um pouco de descaso por parte deles. Não gostei e tenho visto imensas mães compartilhando mais produtos deles e desaprovando!

Então gente, fica a dica!

Vai para um aniversário, batizado? Vai comprar presentinho pro filho? Pense duas vezes antes de comprar os da Galinha, é provável que você faça uma má compra. E fico triste, porque quem deu os presentes da galinha para o Matheus, sei que deu por saber que ele adora a Galinha. Enfim… tenho certeza que não sou a única e desta forma pode ser que eles vejam e se toquem!

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Eles precisam de tantos brinquedos assim?

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Hoje estava arrumando o quarto do Matheus, e me deparei com um tema super interessante para lançar como Debate no @demãeparamamãe, no entanto, fiquei com vontade de expressar a minha opinião e conclusão depois de observar “pequenos” detalhes.

Como vocês sabem, não tem nem um mês que fiz a festa de aniversario do Matheus e vou dizer, ainda tem brinquedos ali que não abri, e não vou abrir tão cedo.

Quando fiz o enxoval do Matheus, não comprei absolutamente brinquedos nenhuns, não por falta de vontade, longe de mim hehe, mas porque não havia espaço na mala para coisas que não iriam ser usadas tão logo e assim fui deixando para depois.

O Matheus nasceu, e ganhou alguns brinquedos de pelucia, (ganhou mesmo foi roupa) passou os primeiros meses, e eu começei a não conseguir resistir a tentação de comprar! Comprar, comprar, comprar…. a gente fica com a sensação que o brinquedo é o que vai estimular o bebê, depois fica com a sensação de que ele é o “unico” bebê que não tem brinquedos, e por fim, a gente deixa de conseguir se segurar e quer comprar tudo o que encontra pelo caminho. De repente ficamos crianças de novo, e nem reparamos que a criança de verdade não liga para coisa nenhuma, e nós é que ficamos felizes pela “conquista”. Parece parece não, é uma realização pessoal.

Quantas não foram as vezes que cheguei em casa com alguma besteirinha, e o Matheus preferiu a caixa ao próprio brinquedo? Perdi a conta, e lá ficou a sensação de dinheiro jogado no lixo.

No entanto, até que não fui tão exagerada, e consegui me “focar” para não sair do que sempre havia programado antes dele nascer. (Sim porque uma coisa é o que você diz que vai ser antes de ser mãe, outra coisa é o que você é depois que é mãe rs)

Comprei um brinquedo da Lamaze, (de pelúcia, com cores fortes e chocalhos), comprei uns chocalhos e uns mordedores e por fim, investi em livros! Isso mesmo, livros para  bebês! (fica a dica)

Chegou o Natal, e compramos um cachorro da fisher price, daqueles que ajuda o bebe a dar os primeiros passos (um absurdo de caro, presente dos vovós e que ele hoje quase não liga), compramos uns brinquedos de encaixe, um telefone, e pouco mais…. Estava perfeito, Matheus nao tinha nem muito nem pouco. Tinha um pouco de tudo, tinha o suficiente. O problema foi quando chegamos ao aniversario. Sim porque entre o Natal e o aniversário, fui proibida (por mim e pelo marido) de comprar mais brinquedos para o pequeno, isso porque ele no aniversário iria com certeza ganhar muitos. Dito e feito, gente o negócio ficou fora do controle. É tanto brinquedo, brinquedinho e brinquedão, que Matheus deixou de ter foco! Ele ora brinca com um, ora com outro, não se concentra e pior, não estou estimulando ele a aprender a  valorizar as suas coisinhas.

Ou seja, estou usando de forma errada os ditos briquedos didáticos, e  em vez de estar usando para estimular de forma positiva, os brinquedos estão sendo algo negativo para o desenvolvimento dele.

No outro dia, brincando com ele, me bateu quase que o desespero sabe? Só via era bagunça, informação de mais, uma desorganização de cores e formas assustadora. Resolvi dar um basta na situação.

Arrumei tudo no armário. TUDO! Tudo mesmo. Não ficou nada de fora, e a partir de agora, Matheus brinca com uma coisa de cada vez! Cansou daquele brinquedo, guarda e passa para uma nova atividade com outro brinquedo.

Os dias de hoje gente, são “perigosos” demais para a formação de um ser humano. Voces já repararam na quantidade de publicidade que existe na televisão incentivando o consumismo dos pequenos? É absurdo! Você em casa até pode tentar evitar que ele viva em frente da televisão, mas e quando chega na escola, que o amiguinho tem brinquedo novo (caro pra caramba) e o seu filho chega querendo um igual de todo o jeito? Vivemos na era do consumismo, precisamos tomar o maior cuidado com todas as atitudes que temos perante os nossos pequenos, e acredite, a mamãe aqui conseguiu comprovar que menos é sem duvida mais!

Compre um brinquedo bom, (fisher price raramente é má compra), mas não precisa comprar a linha toda. e Não deixe tudo espalhado no chão do quarto do seu pequeno!

Pegue brinquedos emprestados das amigas que tiveram filhos primeiro que voce (tapete de atividades por exemplo é um brinquedo que usa muito pouco tempo), escolha 6 brinquedos de cada vez e os outros esconda. Quando ele cansar daqueles 6, guarde e troca por outros 6 e assim vai. Ter muito brinquedo não é sinal de que você está sendo a melhor mãe ou o melhor pai do mundo, e não é sinal de que seu filho está tendo “tudo” que precisa. Pode achar que não, mas muita gente compensa a sua ausencia com brinquedos. Não é bom. Se policie quanto a isso.

Mantenha os brinquedos organizados, não precisam estar escondidos, mas tente que e o espaço onde ele brinque esteja “limpo” para que ele possa se focar no brinquedo da vez. E lembre-se, seu filho quando ele tinha entre 5 e 12 meses, geralmente dava maior preferência a caixa, do que ao próprio brinquedo. Então podemos aproveitar também para estimula-lo a brincar com brinquedinhos “caseiros”, pelo menos enquanto ele não aprender a pedir os que vê na televisão. Essas pequenas coisas pode fazer toda a diferença na formação da personalidade e na formação de valores do seu filho.

Fica a dica