Hoje eu tou no Blog Vida de Mãe

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Oi genteeee,

Hoje eu tou lá no blog Vida de mãe dando umas dicas de como ensinar seu filho a lidar com a competitividade.

É um tema que a gente quase não pensa, mas que é super importante de ser falado.

Vai dar uma olhada, acho que vocês vão gostar bastante.

 

Bjsss

Mirela

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As birras chegaram??? Calma, O psicologo vai falar sobre elas!

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“Em um momento você está passeando tranquilamente com o seu filho, mas se ele ver e pedir algo e você negar, em minutos aquela criança calma e tranquila grita, chora, berra e joga-se no chão. E além de envergonhada e perdida com a rápida mudança de comportamento, você fica atordoada sem saber como agir, podendo sair do controle gritando com a criança, arrastando-a pelo braço ou tentando inutilmente conversar com ela, na tentativa de que ela pare. A reação da criança é de certa forma “normal”, já que ela está na fase da descoberta, sendo movida pelo desejo e curiosidade, sentindo assim angustia e desgosto quando não consegue o que quer, e não conseguindo verbalizar o que sente, usa com toda a força o que tem; o grito, o choro e o corpo!

Na birra, ela não entenderá as suas explicações, por não possuir ainda a capacidade de esperar para que o seu desejo seja realizado. O adulto pode esperar uma semana, um mês ou mais, para ter o seu desejo atendido, já a criança não possui noção de tempo e deseja tudo imediatamente, e o “amanhã” ou o “depois” é algo que não sabe medir.

A birra é algo difícil de suportar, principalmente quando acontece em publico, mas agitar-se, gritar ou ceder também não ajudará em nada. Existem crianças que são mais calmas e raramente fazem birra, já outras… E isto depende daquilo que é inato à personalidade da criança e a educação que ela recebe, e faz parte da crescente independência que a criança naturalmente desenvolve, cabe a você ensinar formas adequadas de expressão da vontade que não sejam tão agressivas.

Tendo menos de 3 anos, a criança rapidamente esquecerá tudo o que você falou antes de sair de casa, e no choro não escutará você, por estar muito ocupada consigo mesma. Manter a calma é fundamental, se você não tem autocontrole, como pode desejar que criança tenha? Controlar a raiva é a primeira atitude que você deve ter, deixando para conversar depois que a criança se acalmar, caso contrário será um trabalho inútil.

Ser rígido ou permissivo demais é um descontrole seu, refletido no comportamento infantil, e lembre-se que a criança repete o que os adultos fazem em especial o pai e a mãe.

Algumas mamães sentem-se colocadas à prova, no momento da birra, e além de sentir “culpa” por não controlar a situação, sente-se cobradas pelo esposo – Ele é tão responsável pela educação quanto você – e pelos outros.

É dever do adulto compreender que é uma criança que chora, e caso não entenda isto definitivamente o problema não é seu.

Na Birra, não perder o controle, ser firme e manter a calma para transmiti-la ao seu filho é fundamental, já que se você se agitar, além de assustá-lo a situação pode piorar! As regras sociais e comportamentais são aprendidas nesta fase, e caso não aprenda o seu filho pode ter dificuldades na escola e nas suas relações interpessoais presentes e futuras, portanto ser firme na postura e na voz ajudará bastante. Caso ceda ao seu pedido, irá reforçar o seu comportamento já que ele descobriu uma maneira de conseguir o que quer de você.

Eu sei que é difícil dizer não ou manter a paciência quando o filho chora, mas a criança precisa entender que nem sempre terá o que deseja ou quando deseja, isto faz parte do crescimento equilibrado, saber que há limites e que não se pode ter tudo o que quer.

A criança repete o que fazem os pais, tanto na tranquilidade, quanto na raiva, afinal alguns pais também fazem birra, brigam e são mal educados na frente do filho, será que ela não esta refletindo um comportamento adulto?

Outra coisa importante, não discuta na frente do filho, porque ele perceberá quem tem mais “poder” e tenha certeza que usará isto a seu favor. Certa vez Eu estava no shopping e vi uma criança berrando, não resisti e me aproximei para observar o que a sua mãe faria… A mãe tentou levanta-la pra conversar olho a olho, mas ela esperneou e jogou-se no chão, a mãe levantou-se e falou: “quando se acalmar, conversamos.” E saiu andando! O menino não teve outra coisa a fazer a não ser parar de chorar e correr atrás da mãe, que por sua vez o tratou normalmente como se nada tivesse acontecido. Quase parei para parabeniza-la pelo controle e segurança!

Finalizo lembrando que ser flexível também é necessário, não distribua “não” à toa, use-o quando realmente for importante, e no futuro você colherá seus frutos e seu bebe também!” Explica o Psicologo Thulio Kassio.

Éééé amigas, não é fácil, ninguém falou que seria, maaas a gente chega lá! Ahhh se chega!

Masturbação na infancia – Você sabe que acontece???

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A masturbação faz parte da vida das pessoas desde a infância, mas é tabu em qualquer fase.

Desde a Idade Média, incutia-se na cabeça de crianças e jovens “males” causados pela prática, como loucura, isolamento, espinhas no rosto e até pêlos nas mãos. Tudo bobagem! Por volta dos 3 anos, a criança passa por mudanças significativas: deixa de usar fraldas, torna-se mais independente dos pais e descobre seu corpo. Nessa “exploração”, ela se toca e acaba descobrindo o prazer que isso causa. Essa fase faz parte do desenvolvimento, assim como engatinhar, andar e falar. Nem por isso deve-se considerar tudo natural e permitido. É possível que a masturbação seja um problema quando é freqüente. Pode ser sintoma de que a criança não consegue encontrar prazer nas brincadeiras e no relacionamento com colegas e adultos.

Como agir:

Em primeiro lugar, explique que há coisas que não devem ser feitas na frente das pessoas, como cocô e xixi ou brincar com os órgãos sexuais. Mostre a diferença entre público e privado e não entre certo e errado.Recriminar pode ser desastroso, pois é possível que o garoto ou a garota acabe por misturar sentimento de prazer e satisfação com complexo de culpa.

Segundo, desvie a atenção dessas crianças para os prazeres da escola, como pintar, tocar um instrumento, brincar, correr, dançar e jogar. Valorize a imagem e melhore a auto-estima delas, elogiando suas tarefas e dando-lhe atenção.

Dicas:

– Para você identificar se a criança está tendo um comportamento compulsivo, observe se além de masturbar-se ela apresenta outros sinais, como isolamento, dificuldade para participar de atividades em grupo e baixa auto-estima.

– Não chame a atenção da criança na frente da turma nem recrimine a masturbação. Converse com ele em particular, dê atenção e afeto.

(Para o caso de voce ser educador, Se o problema persistir e você sentir necessidade de conversar com os pais, esclareça que a masturbação é um ato comum e normal, mas respeite a crença religiosa da família. Para muitas pessoas, a masturbação é considerada pecado, mas insista que recriminar pode causar danos maiores.

Autor: Silvia Maria de Freitas Adrião Fonte: Portal Revista Escola

Eles precisam de tantos brinquedos assim?

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Hoje estava arrumando o quarto do Matheus, e me deparei com um tema super interessante para lançar como Debate no @demãeparamamãe, no entanto, fiquei com vontade de expressar a minha opinião e conclusão depois de observar “pequenos” detalhes.

Como vocês sabem, não tem nem um mês que fiz a festa de aniversario do Matheus e vou dizer, ainda tem brinquedos ali que não abri, e não vou abrir tão cedo.

Quando fiz o enxoval do Matheus, não comprei absolutamente brinquedos nenhuns, não por falta de vontade, longe de mim hehe, mas porque não havia espaço na mala para coisas que não iriam ser usadas tão logo e assim fui deixando para depois.

O Matheus nasceu, e ganhou alguns brinquedos de pelucia, (ganhou mesmo foi roupa) passou os primeiros meses, e eu começei a não conseguir resistir a tentação de comprar! Comprar, comprar, comprar…. a gente fica com a sensação que o brinquedo é o que vai estimular o bebê, depois fica com a sensação de que ele é o “unico” bebê que não tem brinquedos, e por fim, a gente deixa de conseguir se segurar e quer comprar tudo o que encontra pelo caminho. De repente ficamos crianças de novo, e nem reparamos que a criança de verdade não liga para coisa nenhuma, e nós é que ficamos felizes pela “conquista”. Parece parece não, é uma realização pessoal.

Quantas não foram as vezes que cheguei em casa com alguma besteirinha, e o Matheus preferiu a caixa ao próprio brinquedo? Perdi a conta, e lá ficou a sensação de dinheiro jogado no lixo.

No entanto, até que não fui tão exagerada, e consegui me “focar” para não sair do que sempre havia programado antes dele nascer. (Sim porque uma coisa é o que você diz que vai ser antes de ser mãe, outra coisa é o que você é depois que é mãe rs)

Comprei um brinquedo da Lamaze, (de pelúcia, com cores fortes e chocalhos), comprei uns chocalhos e uns mordedores e por fim, investi em livros! Isso mesmo, livros para  bebês! (fica a dica)

Chegou o Natal, e compramos um cachorro da fisher price, daqueles que ajuda o bebe a dar os primeiros passos (um absurdo de caro, presente dos vovós e que ele hoje quase não liga), compramos uns brinquedos de encaixe, um telefone, e pouco mais…. Estava perfeito, Matheus nao tinha nem muito nem pouco. Tinha um pouco de tudo, tinha o suficiente. O problema foi quando chegamos ao aniversario. Sim porque entre o Natal e o aniversário, fui proibida (por mim e pelo marido) de comprar mais brinquedos para o pequeno, isso porque ele no aniversário iria com certeza ganhar muitos. Dito e feito, gente o negócio ficou fora do controle. É tanto brinquedo, brinquedinho e brinquedão, que Matheus deixou de ter foco! Ele ora brinca com um, ora com outro, não se concentra e pior, não estou estimulando ele a aprender a  valorizar as suas coisinhas.

Ou seja, estou usando de forma errada os ditos briquedos didáticos, e  em vez de estar usando para estimular de forma positiva, os brinquedos estão sendo algo negativo para o desenvolvimento dele.

No outro dia, brincando com ele, me bateu quase que o desespero sabe? Só via era bagunça, informação de mais, uma desorganização de cores e formas assustadora. Resolvi dar um basta na situação.

Arrumei tudo no armário. TUDO! Tudo mesmo. Não ficou nada de fora, e a partir de agora, Matheus brinca com uma coisa de cada vez! Cansou daquele brinquedo, guarda e passa para uma nova atividade com outro brinquedo.

Os dias de hoje gente, são “perigosos” demais para a formação de um ser humano. Voces já repararam na quantidade de publicidade que existe na televisão incentivando o consumismo dos pequenos? É absurdo! Você em casa até pode tentar evitar que ele viva em frente da televisão, mas e quando chega na escola, que o amiguinho tem brinquedo novo (caro pra caramba) e o seu filho chega querendo um igual de todo o jeito? Vivemos na era do consumismo, precisamos tomar o maior cuidado com todas as atitudes que temos perante os nossos pequenos, e acredite, a mamãe aqui conseguiu comprovar que menos é sem duvida mais!

Compre um brinquedo bom, (fisher price raramente é má compra), mas não precisa comprar a linha toda. e Não deixe tudo espalhado no chão do quarto do seu pequeno!

Pegue brinquedos emprestados das amigas que tiveram filhos primeiro que voce (tapete de atividades por exemplo é um brinquedo que usa muito pouco tempo), escolha 6 brinquedos de cada vez e os outros esconda. Quando ele cansar daqueles 6, guarde e troca por outros 6 e assim vai. Ter muito brinquedo não é sinal de que você está sendo a melhor mãe ou o melhor pai do mundo, e não é sinal de que seu filho está tendo “tudo” que precisa. Pode achar que não, mas muita gente compensa a sua ausencia com brinquedos. Não é bom. Se policie quanto a isso.

Mantenha os brinquedos organizados, não precisam estar escondidos, mas tente que e o espaço onde ele brinque esteja “limpo” para que ele possa se focar no brinquedo da vez. E lembre-se, seu filho quando ele tinha entre 5 e 12 meses, geralmente dava maior preferência a caixa, do que ao próprio brinquedo. Então podemos aproveitar também para estimula-lo a brincar com brinquedinhos “caseiros”, pelo menos enquanto ele não aprender a pedir os que vê na televisão. Essas pequenas coisas pode fazer toda a diferença na formação da personalidade e na formação de valores do seu filho.

Fica a dica